segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

CURSO DESIGN DE JÓIAS

Olá meninas! (e menino). Saudades de vocês. Amei tudo ai, obrigada pela acolhida, vocês são demais.

Essa é a turma do curso de Design de jóias em São Paulo. O bom de fazer cursos fora de nossa cidade é que fazemos novos contatos, novas amizades e claro novas aprendizagens.


A nossa professora é esta que está no centro de blusa azul, Denise Maestrella. Pessoa maravilhosa, paciência é uma das suas maiores virtudes. Denise é formadas em artes e Design de jóias.

Luma, Gustavo e Luciana.

O legal disso tudo é que além de uma ótima formação acadêmica, Denise também está a frente de seu ateliê "Ornella Joalheria Artesanal". é excelente porque pôde nos fornecer contatos de vários fornecedores da área.



Gustavo. Nosso guia turístico. Nos levou a várias lojas do ramo de joalheria. É uma pessoal maravilhosa. Gustavo estava fazendo o curso para se aperfeiçoar na profissão já desenvolve trabalhos lindos.


Cris Albuquerque. Mora no Mato Grosso do Sul é odontóloga mas está iniciando no ramo de joalheria. Pessoa linda, além de ter o astral no topo, seu lado espiritual é elevadíssimo. Cris, foi bom demais conhecê-la !
A Luciana quer conhecer melhor a técnica para aplicar nas criações de biju. Já Tem lojas do ramo de bijuterias sofisticada. Foi muito bom conhecê-la tenho idéias semelhantes a sua.

A professora Elaine (de branco) faz parte da equipe do Espaço Mix. É engenheira civil e tem utilizado esse conhecimento em suas criações. É uma professora, muito aberta, quer que seus alunos compartilhe com ela tudo o que sabe. Parabéns professora.


Aula de desenho de jóias.


Claudia, Flávia, Gustavo e Luciana.


O espaço é uma delícia recomendo. Pretendo voltar breve.

domingo, 14 de fevereiro de 2010

CONCLUSÃO DO CURSO DE DESIGN

Olá pessoal ! hoje senti saudades da turma. sei que tivemos dias muito estressante: trabalhos, trabalhos e mais trabalhos, mas também tivemos ótimos momentos como estes ai.










Saudades de todos. Felicidades e muiiito sucesso.

ALEXANDER MACQUEEN




















































Alexander Macqueen é considerado pelos críticos da moda como um talento excepcional no mundo fashion desde a década de 90. Nasceu em Londres em 1969 e faleceu em 11 de fevereiro de 2010. Aos dezesseis anos teve que sair do colégio. Trabalhou na Anderson & Sheppard e na Gieves & Hawkes (alfaiataria luxo conhecidas internacionalmente). Para Macqueen foi à oportunidade de conhecer o trabalho de grandes mestres alfaiates e se aperfeiçoar-se na técnica do corte e na confecção das roupas de alto padrão. Depois trabalhou com Angels And Bermans, especializada em figuro teatral onde conheceu as técnicas de se construir roupas de outras épocas da história. Trabalhou ainda na empresa de Koji Tatsuno (estilista), e depois foi para Londres trabalhar como assistente de Romeo Gigli (estilista). Em 1994 voltou para a Inglaterra cursou moda na Saint Martin´s School. A coleção apresentada no final do curso deixou o público tão impressionado que a editora de moda inglesa Isabella Blow não só comprou a coleção como também se tornou a principal divulgadora de seus trabalhos. Em seus trabalhos foram explorados temas polêmicos e até chocantes como: a sensualidade torturada, o sado masoquismo, o fetiche e a morbidez. Embora fosse conhecido como o “bad boy” da moda, em uma de suas entrevistas deixou transparecer seus sentimentos românticos ao comentar que a primeira imagem a qual lhe chamou a atenção para a moda foi a roupa de cinderela pendurada no quarto da irmã. Era um gênio e mesmo com a postura tida como “audaciosa e polêmica” foi convidado em 1996 para tomar frente como estilista de uma das maiores marcas do mundo a Givenchy, estaria substituindo o também genial John Galliano. Ali permaneceu até 2001.
Em suas coleções recentes foram apresentados elementos de inspirações como: borboletas, ícones indígenas, caveiras e piratas, tailleurs com cortes perfeitos, vestidos fluídos, espartilhos e a cultura hispânicas. Macqueen entrou para a história da moda como um dos maiores gênios de sua geração. Foi muito premiado. Também foi condecorado pela rainha Elizabeth II. Suas lojas estão localizadas em Londres, Milão e Nova York. Esteve no Rio de Janeiro por algumas vezes e em uma de suas entrevistas se disse deslumbrado com a arquitetura das favelas, pediu para que lhe dessem plumas coloridas. Macqueen dizia: “Não há melhor designer no mundo do que a natureza”.
Muitos ícones da música o admiravam. No clip “bad romance” a cantora Lady Gaga aparece calçada com um dos sapatos enormes de Macqueen. Sua melhor amiga segundo imprensa era a modelo Kate Moss.
Dia 11 de fevereiro o mundo da moda ficou chocado com a notícia de sua morte. Segundo os noticiários, o estilista teria cometido suicídio. Muitos acreditam que Macqueen sofresse de uma depressão nervosa e com a perda da mãe, infelizmente não tenha suportado a dor.
















































Bibliografia
SABINO. Marcos. Dicionário da Moda. Ed. Campus. São Paulo, 2007.
Sites e blogs visitados:
wilkipedia.org./wiki
http://www.abril.com.br/
http://www.contigo.abril.com.br/
WWW.oglobo.globo.com/cultura
WWW.estadão.com. br
WWW.modismonet.com/
Primeirafila.wordpress.com

CRISTOBAL BALENCIAGA - ARQUITETO DA MODA

CRISTOBAL BALENCIAGA
Arquiteto da Moda
(1895 – 1972)




Cristobal Balenciada nasceu em 1895 em Guetaria vilarejos de pescadores localizado na Espanha. Desde muito cedo descobriu sua vocação para a costura. Sua mãe que era costureira o incentivara muito. O pai segundo Queiroz (1998, p.27) havia saído para o mar e nunca mais voltara. Balenciaga veio de um lar humilde. Teve muita sorte em conhecer a marquesa de Casa Torres quem o ajudou nos primeiros momentos de sua carreira. Com apenas doze anos aproximou-se da marquesa e perguntou-lhe se poderia copiar seu modelo Decroll (Maison muito prestigiada na Belle Époque), a nobre senhora ficou tão admirada que não só deixou que copiasse a roupa como também lhe comprou os tecidos. O resultado foi excepcional e a partir daí a marquesa passou a patrociná-lo. Aos treze anos o garoto já era aprendiz de alfaiate. Ainda muito jovem foi para a cidade de San Sebastián e depois para a Capital de Madri. Em 1913 já estava trabalhando como alfaiate na casa Louvre. Em 1919 abriu sua Maison na cidade de San Sebástian (reduto da aristocracia). Nesse período viajava muito para Paris em busca de novidades, sabia que a moda francesa tinha tudo àquilo que sua clientela queria. Entre os trabalhos que mais admirava estava o de Chanel, Vionnet e Louse Boulanger. Balenciaga ficou conhecido por toda a Espanha e em curto tempo já vestia a família real e aristocrata daquele país. Logo depois inaugurou outras casas em Madri e Barcelona. Em 1936 ocorreu a Guerra Civil Espanhola. Como muitos outros conterrâneos o estilista teve que fechar as três lojas e migrar para Londres e no ano seguinte foi para Paris. Segundo Queiroz (1998, p.28) nessa época os estilista mais destacados da época eram: o irlandês Molyneaux, o norte americano Mainbocher, o suíço Piguet e a italiana Schiaparelli. Em 1937 juntou-se com os sócios Vladzio Zawrorowski d´Attainville e Nicolas Bizcarrondo. A primeira coleção foi sucesso absoluto. As roupas de Balenciaga continha cortes perfeitos, os tecidos eram pesados. As criações apresentavam certa dramaticidade. Sua inspiração contava com elementos extraídos das cores e ícones de sua terra natal, eram as dançarinas de flamenco, a cor vermelho intenso que faziam alusão a bandeira dos toureiros e azul turquesa para os vestidos de noite. Gostava das cores terrosas, mas a cor preferida era o preto profundo. Usava passamanarias, rendas e bordados tudo muito requintado e de extremo bom gosto. Balenciaga era um homem muito religioso se ausentava pelo menos uma hora por dia para rezar.














Sua arte ficou conhecida no cinema, vestiu a atriz Hélène Perdriére no filme Trois de Saint-Cyr, Arletty no filme Bolero, criou o guarda roupa de Ingrid Bergman no filme Anastácia. Com a Segunda Guerra Mundial sua clientela foi reduzida, apenas clientes preferências tinham acesso às suas pequenas coleções. Participou do evento chamado Théâtre de La Mode, que apresentavam bonecas vestidas com criações de grandes costureiros da época. Em 1946 criou a linha barril e a linha com boleros bordados lembrando os acessórios dos toureiros espanhóis. Lançou seu primeiro perfume Le Dix.
Mesmo com a chegada do New Look de Dior, Balenciaga permaneceu alheio as novas tendências e não abandonou seu estilo. Em 1950 apresentou blusas sem gola e os famosos vestidos ballonnées. Ainda neste ano recebe Courréges como aprendiz em sua Maison que tornara seu principal assistente. Em 1951 mostrou para o mundo sua linha fluída, com golas mais distantes do pescoço, costas volumosas. Embora Balenciaga competisse com Chanel em seus tailleurs de cortes perfeitos, a famosa estilista o admirava, cera vez disse:

“Só Balenciaga é um verdadeiro costureiro, no verdadeiro sentido da palavra. Ele sozinho é capaz de cortar o tecido, juntar as partes e costurá-las à mão. Os outros são simplesmente estilistas”
(QUEIROZ, 1998, P. 30).


Em 1955 criou o vestido túnica, o vestido saco e lançou o perfume quadrille. Ainda neste ano passou a exibir sua coleção um mês após os outros estilistas. Ninguém mais poderia fotografar suas roupas a não ser a revista Vogue (depois de uma pré seleção feita pelo próprio costureiro). Em 1957 criou o vestido camisa que foi muito aceito. Em 1958 laçou os vestidos baby doll e os vestidos calda de pavão. Nessa época contratou o jovem estilista Emanuel Ungaro. A década de 60 trouxe mudanças radicais para a moda e o comportamento. Balenciaga pela primeira sentia que suas coleções já não tinham a mesma força de antes. Mesmo ainda no topo da moda preferiu se afastar e aposentou-se aos setenta sete anos. Em 1968 apresentou sua última coleção com túnicas trope lóeil. O próprio Balenciaga achava impossível trabalhar com a linha pret a Porter pelo acabamento perfeito de suas roupas e a qualidade dos tecidos. O grande mestre e arquiteto das roupas era um homem discreto, não gostava de aparecer na mídia e nem dar entrevista. Amou profundamente seu trabalho como ninguém. Em 1972 deu sua primeira e única entrevista a Prudence Glynn, editora de moda do jornal norte americano The Times e comentou:

“A vida que suportava a alta-costura não existe mais. A verdadeira alta costura é um luxo que não cabe mais no mundo” (QUEIROZ, 1998, P. 32)

Em 1971 Balenciaga comparece ao velório de Chanel e é a última vez que aparece em público. Faleceu na Espanha em 24 de março de 2001 a marca foi comprada pela Gucci e quem está à frente como estilista desde 1997 é o francês Nicolas Ghesquiére.
















Estilista Nicolas Ghesquiére

Bibliografia Consultada

QUEIROZ, Fernanda. Os Estilistas. São Paulo, SENAI CETVEST, 1998.
LEHNERT, HISTÓRIA DA MODA. Do Século XX. São Paulo, konemann, 2007.

Sites e Blog
http://www.zonamulher.com.br/
Almanaque.folha.uol
Fashionbubles.com/
WWW.abril.com.br/notícia
Modabrasiltour.blogspot.com
Thesatisfashion.blogspot.com
Carolnasserstore.wordpress.com
ww.anaclaragormendia.blogspot.com
3.bp.blogspot.com/
go2.wordpress.com

CHRISTIAN DIOR, O ESTILISTA ABSOLUTO

“Diz-se de Dior: Outros brilharam, ele reinou”.
(Queiroz 1998, p. 38)


Christian Dior foi considerado o rei absoluto da alta costura. Sua carreira durou pouco, no entanto seu nome ficou consagrado como um dos maiores costureiros da história. Sua trajetória de sucessos fora interrompida por um derrame. O genial estilista nasceu em Granville, França, em 21 de janeiro de 1905, gostava de lembrar-se que seu nascimento coincidia com a data da morte de Luís XIV. Sua família pertencia à classe média alta da França. O pai atuava no ramo de fertilizantes. Dior teve uma infância tranqüila entre Paris e Normandia (onde passava as férias). O evento no qual costumava a participar quando estava de férias era o carnaval e isso o estimulou a criar fantasias. Desde cedo apreciava a música e os desenhos. Embora fosse dotada pela forte vocação artística e desejasse fazer o curso de arquitetura, seus pais o influenciaram a cursar Ciências Políticas.
























fez sociedade com o amigo Jacques Bonjean e juntos abriram uma pequena galeria de arte Moderna, situada à Rua de La Boétie. Em 1931 Dior viu sua vida passar por uma turbulência, a mãe faleceu em conseqüência de câncer, o pai abriu falência e ele ficou doente com tuberculose. Durante o período em que esteve doente, vários amigos o ajudou Jean Ozzene o incentivou a fazer desenho de moda. Logo ficou conhecido pelas revistas Vogue e Harper “s Bazaar. Trabalhou como desenhista para um dos grandes nomes da moda da época, Robert Piguet.
Com o advento da Segunda Guerra Mundial, Dior teve que ir para Berri, para servir o exército militar. Após um ano foi liberado para visitar seu pai que estava em um retiro em Callian, gostou da vida campestre e por lá ficou durante dois anos. Retornou a Paris em 1942 e começou a trabalhar na Maison Lelong, conhecida pelos tecidos nobres e o bom acabamento das roupas, o estilista da loja era Pierre Balmain. Em 1946 Dior inaugura sua própria Maison. A decoração era composta por espelhos de cristais com molduras douradas e poltronas Luís XV de medalhão, símbolo da marca (QUEIROZ, 1998, p. 39). A moda pós guerra era vista por Dior como “uma maldição”, a mulher estava masculinizada em sua silhueta pesada e quadrada. Em 1947, lançou a coleção Corolle que segundo sua assistente, madame Raymonde, era as lembranças da mãe, que era elegante e de muito bom gosto. Inspirou-se na moda da Era Eduardina ou Belle Époque. Resgatou a beleza e a feminidade da mulher. A cintura fina marcada pelo espartilho, saias volumosas com decotes delicados, sapatos Carmem e luvas faziam parte da nova silhueta feminina. Embora muitos manifestantes do “new look (expressão criada pela jornalista Carmel Snow) tenha considerado-o como algo extravagante para o momento de privatizações, tristezas e escassez de alimentos, provocados pela guerra, mulheres do mundo inteiro aderiram o novo visual mesmo aquelas que não podiam ter um vestido original, recorriam à cópia. O tailleur Bar (casaquinho de seda acinturado, ampla saia preta plissada, luvas, sapatos de salto altos e chapéu) foi o look que marcante da linha. Outra criação de grande sucesso foi o perfume Miss Dior. Também faziam parte da linha DIOR: os batons, os perfumes e os sapatos. O estilista ganhou fama rapidamente e logo tornou-se celebridade. Ganhou o Oscar da moda, realizou um desfile particular para a rainha da Inglaterra, foi condecorado com a Légion d’Honneur por ter renovado a moda francesa. O costureiro soube aproveitar-se do momento para promover-se cada vez mais, sendo capa das grandes revistas de moda entre elas a Life
Perfume Miss Dior e Time dos Estados Unidos e aparecendo nos programas de televisão. Dior foi o estilista que mais negociou com os Estados Unidos, levava suas manequins para as apresentações de suas coleções. Era um homem elegante, gentil e afetuoso, tinha grande facilidade para lidar com as pessoas e a mídia, possuía o espírito empreendedor. O vestido chamado diorama, confeccionado em lã preta possuía uma saia com mais de 40 metros de circunferência (quando era aberto) e foi o que mais marcou a segunda linha. Nos onze anos de sucesso não houve concorrente. A cada ano suas criações vinham com linhas diferenciadas entre elas estão: Zig Zag ou envol, ciclone a trompe-l’oeil, milieu Du siécle, linha A, H e Y entre outras. A partir de 1950 a silhueta ficou mais suave, a cintura foi liberada com o surgimento da linha H e do vestido saco. A marca Dior ainda conserva o glamour e o luxo desde sua inauguração. Atualmente o estilista da marca é John Galliano que tem em suas criações a mesma característica do mestre: glamour e desfiles exageradamente espetaculares. No entanto Dior sentiu não apenas o sucesso, mas também a grande pressão e o peso de ser o único a reinar absoluto. Foi o estilista responsável por ter apagado da mente das pessoas os horrores da Segunda Guerra Mundial Buscava realizar criações cada vez mais inovadoras e belas. Sobre suas angústia escreveu: ”Eu tento escapar, fico desejando que aconteça uma catástrofe inesperada que não permita que a coleção seja exibida. Eu quero morrer...” Em 1957 veio a falecer deixando como sucessor um jovem tímido cujo nome se faz presente entre os maiores costureiros de todos os tempos YVES SAINT LLAURENT.


A Dior em São Paulo é a única loja da América Latina





















Modelo usando Dior


BIBLIOGRAFIA CONSULTADA:

QUEIROZ, Fernanda. Os Estilistas. São Paulo, SENAI CETVEST, 1998.

Site e blog visitados:
www.anaclaragormendia.blogspot.com
nubiaaibi.blogspot.com
e-styles.blogspot.com
http://www.combinacomvoce.com.br/
perfumesbighose.blogspot.com
http://www.personamoda.com.br/
www.fashionbubles.com/moda